Adriana Santhi mergulha no luto amoroso para renascer em “Amanhecer”

Single chega acompanhado por lyric video com atmosfera R&B, neo-soul e produção orgânica, antecipando o EP “Pouso”

Créditos: Angelo Pontes

A artista luso-brasileira Adriana Santhi lança no dia 22 de agosto, sexta-feira, seu novo single, “Amanhecer”, última prévia antes da chegada do seu primeiro EP, Pouso, previsto para setembro. Radicada no Rio de Janeiro, Adriana traduz nessa faixa o momento exato em que a dor da partida dá lugar à libertação. “Amanhecer” começa como um neo-soul melancólico e cinematográfico, com nuances que remetem às baladas nostálgicas dos anos 80, e se transforma num R&B contemporâneo, orgânico e potente — revelando um renascimento emocional que atravessa som, corpo e palavra. Ouça “Amanhecer” nas plataformas digitiais.

“Amanhecer” é bilíngue (português e inglês) e nasceu após o término de um relacionamento recente. A artista — que até então escrevia canções sobre sua relação consigo mesma — sente, nesta faixa, a necessidade de falar “do outro”: não como forma de confronto, mas como liberação. “Essa música foi minha forma de dizer o que nunca consegui dizer pessoalmente. Foi como tirar a roupa da negação para caminhar rumo à transformação”, conta Adriana.

Gravada com instrumentos orgânicos no Iglu Estúdio, sob a produção de CARLO, a faixa parte de uma estética pop suave inspirada nos anos 1980 e se reinventa em um groove soul e R&B contemporâneo — com sutileza, elegância e alma. A referência mais direta está na faixa “Head Over Heels”, de Jenevieve, que influenciou a construção sonora da obra.

“A letra é intensa. Digo que amar foi como um suicídio, no sentido de que precisei me anular para manter aquele vínculo. ‘Amanhecer’ representa meu renascimento, minha decisão de seguir em frente com leveza e consciência”, revela.

Com direção criativa assinada por Angelo Pontes, Adriana imprime também sua identidade visual no projeto. O resultado é um convite à escuta íntima, ao afeto em camadas e à beleza possível mesmo nas despedidas.

“Amanhecer” é sobre o luto de um amor, mas também sobre a libertação que nasce quando a gente aceita virar a página — em paz com o passado, com os pés no presente e os olhos voltados para um novo dia.

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