Com show politizado, GOG afirma: Rap Nacional sempre foi poesia suja

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Por Caio Cestari

Diretamente de Brasília para o Sesc Vila Mariana, em São Paulo, GOG se apresentou na Virada Cultural no último domingo, 22.

Entoando discursos sobre racismo, política e educação, foi aplaudido ao término de cada frase. Quando criticou o suposto fim do Ministério da Cultura, ouviu-se da plateia “Fora, Temer”!

O show contou com a participação de Nelson Maca, professor e poeta da literatura negra, que transmitiu, através de seu olhar e de suas palavras, uma enorme energia ao público presente.

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Por Caio Cestari

Com rimas contundentes GOG contagiou os fãs que ouviram atentamente cada ideia que era passada pelo rapper. “Brasil com P é domínio público” disse ele, que ao cantar a música desceu do palco e percorreu os demais espaços do Sesc despertando curiosidade até dos que estavam comendo tranquilamente no restaurante da instituição.

Ferréz e Professor Pablo, que estavam na plateia, foram chamados ao palco por GOG e demonstraram a admiração que sentem pelo rapper.

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Por Caio Cestari

“É o Terror”, “Buquê de Espertirina” e “O Peso da Palavra”, sendo a última originalmente com participação de Zeca Baleiro e Higor Melo,  fizeram parte do repertório, que foi encerrado com “É o Crime”.

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